segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Governo Lula distribuirá camisinhas para crianças de 10 anos em escolas
O que você acha de o governo distribuir camisinhas para crianças de 10 anos nas escolas?
Pois é. Esse é o projeto que o Ministério da Saúde está desenvolvendo nas escolas públicas. A máquina corruptora, desenvolvida pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IF-SC), foi entregue nesta terça-feira (10 de julho), em Brasília. Uma equipe de “pesquisadores” apresentou o protótipo. O programa do Ministério da Saúde também irá aproveitar um projeto de João Pessoa, na Paraíba.
A instalação do equipamento nas escolas tem despertado muitas opiniões favoráveis do governo, de ONGs sustentadas pelo Estado e da mídia igualmente comprada. A opinião dos pais e mães, cuja maioria se opõe aos esforços do governo de erotizar ainda mais crianças e adolescentes, é literalmente jogada para debaixo do tapete pelo governo e seus aliados gananciosos.
De início, escolas de Florianópolis, João Pessoa e Brasília receberão a máquina, mas a intenção do governo é expandir para todas as escolas do Brasil. Alunos a partir de dez anos terão uma matrícula e receberão da escola uma senha para terem acesso gratuito às camisinhas, pois uma das prioridades do governo é o pleno prazer sexual de crianças e adolescentes.
Com informações da mídia secular.
www.juliosevero.com
quinta-feira, 1 de julho de 2010
IGREJA MUNDIAL ENFRENTA DISSIDÊNCIA
Com a frase “A glória desta segunda casa será maior que a primeira”, o Bispo Roberto Damásio pretende continuar sua trajetória dentro do evangelho.
O Bispo Damásio se desligou oficialmente da Igreja Mundial do Poder de Deus (Impd) no dia 20/04/2010 para criar sua própria denominação com o nome de “Igreja Mundial Renovada” (IMR). Damásio era o segundo homem de confiança do Apóstolo Valdemiro Santiago.
Portanto a IMR é uma dissidência da IMPD, a qual vem recebendo muitas críticas até no próprio meio evangélico.
Valdemiro Santiago e Prefeito kassab
Sua inauguração já começa de forma polêmica, pois está marcada para o dia 29/05/2010, data do provável fechamento da sede de sua agora concorrente, IMPD.
O motivo real do fechamento é aquele mesmo de sempre, Kassab x Valdemiro Santiago.
Esse casamento não deu certo, o prefeito Kassab até que aceitou Jesus, atitude ridicularizada com direto a uma profecia cantada em verso e prosa no tocante ritmo gospel.
A Igreja do Bispo Damásio está localizada a menos de 2 km da sede da Impd, na Av. Rangel Pestana, n° 2345 no bairro do Brás, Sp.
Resta saber se essa nova denominação será melhor ou pior ? Continuará errando no caminho promíscuo dos teólogos da prosperidade ou seguirá o retorno do evangelho simples de cura, o qual fez o apóstolo Valdemiro Santiago ficar conhecido ?
terça-feira, 15 de junho de 2010
Pregador é preso após dizer na rua que homossexualismo é pecado
Homem britânico foi preso depois de ter dito durante sermão na rua que homossexualismo é um pecado. No Brasil, de testemunha, pastor passa a suspeito e é preso em casa
Dale McAlpine foi acusado de causar “alarme, intimidação e angústia” depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários “pecados” citados na Bíblia, inclusive blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o jornal britânico The Daily Telegraph.
Dale McAlpine, de 42 anos, prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, o policial Sam Adams identificou-se como o agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transsexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.
O pregador disse que o incidente foi “humilhante”, segundo o Daily Telegraph. “Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço.”
“Minha liberdade foi tolhida por rumores vindos de alguém que não gostou do que eu disse, e fui acusado usando-se uma lei que não se aplica”, afirmou Dale.
O processo contra McAlpine por supostas declarações públicas contra gays ocorre semanas depois que um juiz britânico disse que não há proteção especial na lei para crenças cristãs.
O juiz decidiu favoravelmente a uma organização que demitiu um terapeuta de casais por se recusar a atender casais gays alegando que isso seria contra seus princípios cristãos.
domingo, 13 de junho de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Pastor Silas Malafaia desliga-se da CGADB
O pastor Silas Malafaia acaba de anunciar em seu programa Vitória em Cristo, pela Rede TV!, o seu desligamento da CGADB. Informou também a sua renúncia ao cargo de vice-presidente daquela entidade.
Em seu pronunciamento, o pastor Silas lembrou que existem no Brasil várias Assembleias de Deus que não pertencem a convenção alguma, e que esse será o caso dele agora. Fez questão de dizer que a igreja sob a sua liderança continua sendo Assembleia de Deus e que pretende preservar as doutrinas da denominação. Também não deixou de agradecer aos quase 6 mil pastores que votaram nele para o cargo que ocupou até hoje
Como motivo, ele declarou estar convicto de que Deus quer levar a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (a antiga AD da Penha) para “algo especial” e que pela visão e pelo projeto que Deus lhe deu não interessa pertencer à CGADB. Por força do estatuto, ele teve de se desligar também da convenção regional, a CEADER, afirmando não ser essa a sua vontade.
À pergunta que deu título à postagem de ontem, se o que acaba de ocorrer foi mais uma divisão na AD, penso que tecnicamente ela não existiu, uma vez que existem outras Assembleias de Deus nessa condição (e a CGADB é convenção de pastores, não de igrejas). É uma decisão que tem de ser respeitada, é claro. Na prática, porém, dada a proximidade do centenário da denominação, não foi um grande passo para a pretendida unidade e sem dúvida causará impacto.
É proibido louvar
Fifa repreende seleção brasileira por orar em campo no final da Copa das Confederações
Oárbitro apita o fim de jogo. Final de campeonato e a seleção brasileira consagra-se, mais uma vez, campeã da Copa das Confederações, na África do Sul. O jogo aconteceu no final de junho deste ano, em uma emocionante partida em que o Brasil começa perdendo dos Estados Unidos de 2x0 e, por fim, vira e vence por 3x2. O clima de emoção e grande parte de religiosos na equipe, faz com que um sentimento coletivo de agradecimento a Deus invada os jogadores, que se reúnem no meio de campo para uma oração. Estava formado o imbróglio.
A comemoração mais “religiosa” causou desconforto e grande polêmica na Europa. A Associação Dinamarquesa de Futebol pediu à Fifa (Federação Internacional de Futebol) que se posicione e puna a seleção brasileira por estar usando o futebol como palco para manifestações religiosas. A Fifa mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, pois a manifestação ocorreu após o apito final.
Comemorações assim são comuns em países em que a religião entra em campo com o jogador. No Brasil, já é comum ver esportistas comemorarem gols e conquistas oferecendo a vitória aos céus e agradecendo a Deus pelo feito. Marcelinho Carioca foi o exemplo mais enfático disso. Outros vieram antes, como Bebeto, Silas e Muller, mas foi Marcelinho que carimbou essa prática religiosa em estádios brasileiros. No islamismo, isso também é prática. No Brasil, temos o exemplo de Jadel Abdul Ghani Gregório, recordista brasileiro e sul-americano do salto triplo convertido ao islamismo que, em suas comemorações agradece a Deus.
Porém a polêmica gerada com o círculo de oração em campo africano, segundo a Fifa deve-se ao receio de que a falta de uma punição abra caminho para “extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes da Europa”. “A religião não tem lugar no futebol”, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi exagerada. Ele ainda afirma que foi criado um evento religioso no final de um evento esportivo. “Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar de fora”, conclui. A Fifa mostrou seu desagrado, mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está “monitorando” a situação. E confirma que “alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto”. A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo.
Para o presidente do Conselho de Ética da União Nacional das Entidades Islâmicas – Uni – o sheikh Jihad Hassan Hammadeh, apesar de concordar que um evento esportivo não pode servir de palco para proselitismo religioso, acredita que as declarações da Associação Dinamarquesa seja discriminatória e preconceituosa, o que ratifica um estereótipo negativo da religião islâmica e dos muçulmanos. “Declarações extremista e infelizes como esta é que trazem discórdia entre as pessoas, o que mostra claramente que, apesar de estarmos no século da informação, ainda há muitas pessoas que ocupam cargos elevados em instituições mundiais importantes e que não têm o mínimo de conhecimento sobre o islam”, afirma.
Segundo o sheik, a religião está presente em todos os aspectos da vida de uma pessoa. “A religião está em todos os aspectos da vida da pessoa e é inseparável, porém, a forma de demonstrar isso é que precisa ser equilibrada e com bom senso”, explica.
Além de extremista e preconceituosa, o ex-piloto de Fórmula 1 e um dos maiores defensores da liberdade de expressão religiosa no meio esportivo, Alex Dias Ribeiro também classifica a ação dinamarquesa como ato de intolerância. Ele afirma que, apesar de a Bíblia ensinar que toda autoridade é constituída por Deus e deve ser obedecida, se essa autoridade contraria as leis de Deus, o dever do cristão é obedecer a autoridade maior. “Nesse caso, prevalece a lei de Deus sobre a lei dos homens. Os discípulos de Jesus optaram por obedecer a Deus e pagaram o preço”, lembra o evangélico que foi diretor de Atletas de Cristo por vários anos.
Para ele, houve violação à soberania nacional aos países que adotam a Declaração Universal dos Direitos Humanos e, por mais que as regras da Fifa impeçam manifestações políticas e religiosas, a Declaração Universal deve ser respeitada. “Como atleta, eu apelaraia para a ONU, exigindo uma intervenção na Fifa por violação aos artigos 18 e 19 da Delcaração Universal dos Direitos Humanos”, afirma.
Em seu regulamento, a Fifa declara que ‘não deve haver discriminação a um país ou a um indivíduo por razões de raça, religião ou política e que a associação que tolerar, permitir ou organizar competições nas quais a discriminação é praticada, ou que for estabelecida num país onde a discriminação no esporte for declarada em lei, não deverá ser admitida na Fifa, ou deverá ser expulsa, se já for membro’.
Para Ribeiro, ainda, de forma incoerente, a Fifa peca por omissão permitindo ou incentivando confederações dos países filiados a atos de coibição a essas manifestações, agredindo homens e mulheres de boa vontade e fé de todos os credos em todas as nações. “Jogando o jogo sujo para as confederações, a Fifa escapa ilesa da culpa, ainda se oculta os olhos do mundo, de violar descaradamente a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência, religião, opinião e expressão. Tem direito a receber e transmitir informações, idéias e manifestar sua religião ou crença, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”, explica.
Apesar da seleção não ter sido punida, da CBF não tomar aparentemente nenhuma atitude concreta a respeito do assunto e de tudo ter “terminado em pizza’, esses pequenos atos de intolerância devem ser observados e não esquecidos, pois podem produzir frutos maiores e com consequências irreversíveis não apenas para o esporte, como para a liberdade de expressão, religião e crença.
“O que nos conforta é sabermos que Deus certamente está de olho nessa história. Ele já viu esse filme antes de existirmos e a história atesta que mesmo diante da gigantesca disparidade entre antigos protagonistas como David x Golias ou Igreja Cristã das Catacumbas X Império Romano, o Altíssimo jamais perdeu uma dividida”, conclui Alex Dias Ribeiro.
Regina de Oliveira
Colaboradora
domingo, 28 de março de 2010
Pedido de desculpas do papa decepciona e vítimas pedem justiça
PARIS (Reuters) – O pedido de desculpas do papa Bento 16 à Irlanda foi mais forte do que qualquer outra declaração papal sobre o abuso sexual em crianças cometido por padres da Igreja Católica. Mesmo assim, foi considerado insuficiente por muitas vítimas dos escândalos, que estão sacudindo a Igreja Católica por toda Europa.
Em comparação com o passado, bispos de diversos países elogiaram a carta como sendo uma condenação corajosa contra os clérigos que cometeram os abusos. As vítimas a compararam com o que eles esperam ver no futuro -sanções contra os bispos que eles acusam de ter ajudado a esconder o problema.
A distância entre os dois pontos de vista é tema de discussões públicas sobre os abusos de menores cometidos por clérigos.
Cada nova revelação dá às vítimas mais munição e pressiona ainda mais a Igreja para que mudanças dolorosas, que ela tem evitado, aconteçam.
“Eles ainda não percebem que não se trata apenas de alguns casos isolados, mas que é um problema geral estrutural (da Igreja)”, disse Chirstian Weisner, do movimento laico da Alemanha -We Are the Church (Somos a Igreja). “Essa carta ainda não significa uma grande mudança.”
O que a crítica quer é transparência e punição aos culpados, a revelação dos abusos cometidos e demissão dos bispos cúmplices.
A carta de Bento 16 atendeu aos seus pedidos parcialmente, ao expressar “vergonha e arrependimento” pelos “atos criminosos e pecaminosos” que as vítimas irlandesas sofreram. Ele ressaltou que os bispos não poderiam ter escondido os casos de abuso da polícia e ordenou que seja feita uma investigação em algumas dioceses irlandesas.
No entanto, ele não mencionou os escândalos que sacudiram a Alemanha, Áustria, Suíça e Holanda, nem sugeriu que os bispos se demitam por terem falhado nas funções de liderança que ele tanto criticou.
“Não há nada nessa carta sugerindo que exista na Igreja Católica qualquer nova visão de liderança”, disse Maeve Lewis, do grupo de vítimas irlandesas One in Four (Uma em Quatro).
Diversos prelados europeus parecem confirmar, indiretamente, que a Igreja tem um problema estrutural, ao descrever a carta do papa para a Irlanda como um alerta para eles e suas igrejas também.
“O escândalo de abuso sexual não é apenas um problema irlandês. É um escândalo da Igreja em muitos lugares e também é da Igreja na Alemanha”, disse a jornalistas, no sábado, o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência dos Bispos Alemães.
Mas ele evitou culpar a cultura de sigilo entre os clérigos preocupados em abafar escândalos, como as vítimas costumam fazer.
O encontro de Zollitsch com os jornalistas foi especialmente complicado porque ele precisava confirmar relatos de que ele havia deixado de denunciar um suspeito de abuso de menores no início da década dos anos 1990. “Eu deveria ter sido mais rigoroso na busca por mais testemunhas e vítimas”, afirmou.
O cardeal irlandês Sean Brady tem escutado diversas exigências para que ele se demita, depois de ter admitido que obrigou duas vítimas a assinarem um acordo de silêncio em 1975, quando ele era assistente do bispo encarregado de lidar com o reverendo Brendan Smyth, conhecido agressor.
segunda-feira, 22 de março de 2010
"A Bíblia para mim é um manual", afirma capitão Lúcio
| em 22/03/2010 14:00:00 (79 leituras) |
http://www.folhagospel.com/htdocs/modules/news/article.php?storyid=13243 |
Valdemiro Santiago afirma que pastores presos não são da Igreja Mundial, mas é desmentido por outros pastores
| em 19/03/2010 09:47:21 (285 leituras) |
http://www.folhagospel.com/htdocs/modules/news/article.php?storyid=13222 |
segunda-feira, 15 de março de 2010
Não precisamos mais de Deus
Não precisamos mais de Deus
A impressão que se dá é que o líder está tão envolvido na obra de Deus que não tem tempo de se envolver com o Deus da obra. O pastor está fazendo tantas outras coisas na igreja que acaba não tendo tempo para investir em sua vida devocional
Depois de ter escrito a trilogia de artigos sobre o upgrade de Deus, do crente e da igreja para a versão 2.0, tenho descoberto também que o Deus da versão original, como Criador, Proprietário, Salvador e Mantenedor da criação já se torna desnecessário.
A impressão que me dá é que muitos pregadores e igrejas contemporâneos chegaram a tal nível de auto-suficiência e “controle” sobre os fenômenos transcendentes e espirituais que já não precisam mais de Deus e quando o invocam é para transformá-lo em office-boy e garçom para atender a demanda que algum “cliente” da igreja precise para lhe dar riqueza, resolver alguma mazela financeiro-patrimonial ou reagir às bactérias, vírus ou doença sob o comando de algum pastor-despachante que, para prestar o serviço de intermediação, sem dúvida cobrará a respectiva contribuição ou taxa de serviços. Deus, assim, se transforma num prestador de serviços. Me lembro que um líder de uma dessas igrejas foi enfático na hora de intervalo publicitário de seus programas: “A nossa igreja funciona, pois nos sabemos como colocar Deus para trabalhar para você!”, o que ele não disse é que esse Deus é o da versão 2.0 e que esse agenciamento tinha um custo, pois era preciso pagar o sacrifício.
Mas não é somente isso, tenho percebido que muitas igrejas históricas também têm deixado Deus, o da versão 1.0, de lado. Na verdade o que ocorre é que se tem transformado o Cristianismo e o reino de Deus apenas em trabalho na igreja, em atividades frenéticas de modo a converter o domingo, um dia de celebração e descanso, em dia de cansaço. O ativismo em muitas igrejas é tal que acaba impedindo o crente a ter tempo de viver a sua espiritualidade, a vida devocional e as orações passam a ser meramente rituais e formais.
Neste caso a situação é mais grave. Entre os anos de 1997 e 2000 fiz uma pesquisa abordando cerca de 8,5% de um grupo de 6 mil pastores e foi possível obter dados assustadores. Entre estes dados, podemos destacar que 77% não estava contente e satisfeito com o tempo que investia na vida devocional; 62% não realizava culto doméstico regularmente em seu lar; 78% não estava satisfeito com a auto-disciplina no uso do seu tempo.
Em resumo, a impressão que se dá é que o líder está tão envolvido na obra de Deus que não tem tempo de se envolver com o Deus da obra. O pastor está fazendo visitas, pregando sermões, fazendo reuniões de planejamento e tantas outras coisas na igreja que acaba não tendo tempo para investir em sua vida devocional e no seu culto doméstico. Como pregar e falar sobre Deus sem tempo de estar com Deus?No caso do ativismo eclesiástico, é preciso considerar quantas famílias acabam sendo fragmentadas com a desculpa de que a obra de Deus é prioritária, desprezando-se as prioridades de Deus (o da versão 1.0) para a vida. O evangelho 2.0 de fato não precisa mais do Deus da versão 1.0, ele é incompatível com o novo upgrade.
Lourenço Stelio Rega
é teologo, educador e escritor.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Uma proposta radical contra a PEC 300
Uma proposta radical contra a PEC 300
Certo de que apoio à emenda que cria o piso dos policiais é por medo de perder votos, governo sugere suspensão de tramitação de emendas até depois das eleições
| Com medo da pressão dos PMs e bombeiros, governo sugere congelar votação de emendas para barrar PEC 300 |
Renata Camargo e Rodolfo Torres*
Misture-se num mesmo Congresso um ano eleitoral que promete ser intenso, uma emenda constitucional que, se aprovada, terá altíssimo impacto orçamentário e uma fortíssima e organizada pressão de um segmento da sociedade. O resultado dessa mistura poderá ser uma manobra inédita e inusitada do governo para convencer o Legislativo a abrir mão de uma das suas prerrogativas e passar quase um ano sem analisar propostas de emenda à Constituição.
A organizada pressão dos policiais e bombeiros para aprovar o piso salarial da categoria fez com que a grande maioria dos parlamentares não tenha coragem de se posicionar contra a medida. Por outro lado, o governo federal e os governos estaduais temem as consequências de terem de aumentar, de uma hora para outra, centenas de policiais que hoje ganham em torno de R$ 800 para R$ 3,5 mil, na melhor das hipóteses. Sem conseguir demover os deputados de votar a favor da PEC, incapazes de parar o lobby das corporações, o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP) radicalizou: propôs que não se vote mais PEC alguma até depois das eleições de outubro.
Os líderes partidários se reunirão hoje (10) para decidir se acatarão ou não a sugestão de Vaccarezza. Para ele, os parlamentares cedem à pressão dos policiais e dos bombeiros com medo da reação que as corporações possam ter nas eleições. Em português claro: com medo de perder votos. É por essa razão que ele propôs o congelamento da apreciação das PECs, para que as propostas possam ser analisadas depois sem a contaminação do ambiente eleitoral. “O clima eleitoral não pode ser o motor principal para alterar a Constituição. Não podemos banalizar a discussão das PECs. Quanto menos constitucionalizarmos temas, melhor para o arcabouço jurídico”, defende Vaccarezza.
Embora existam outras PECs importantes em tramitação, a intenção da manobra governista é mesmo barrar a votação da PEC 300, que já foi aprovada em primeiro turno, ressalvados os destaques. A proposta estabelece o piso nacional para policiais e bombeiros e não tem o apoio do governo, porque fixa um valor salarial para o piso na Constituição, o que irá onerar os cofres públicos de imediato após a aprovação da PEC.
“A coisa da forma como estava acontecendo na Câmara, estava tendo um certo exagero. Se as pessoas não conseguiam determinadas conquistas para uma categoria, procuravam uma forma de fazer um contorno na lei apresentando uma PEC. A última que nós tivemos é uma que coloca na Constituição o valor de um piso para uma categoria. Isso não pode estar na Constituição”, diz Vaccarezza.
Inaceitável
Apenas três partidos – Psol, PDT e PPS – se posicionaram contra a paralisação das PECs no Congresso. O líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC), é enfático: “Nós não concordamos. O Parlamento não pode fechar uma sala com 10 ou 15 pessoas e decidir que não vota mais nada antes das eleições, só porque é ano eleitoral. Não se pode fechar o Congresso por acordo”.
A possibilidade de suspender a votação das PECs causou protestos entre parlamentares. “O governo petista não está suportando o peso da democracia. Essa decisão não é de hoje, já foi tomada desde a semana passada. O Brasil não está em uma situação de guerra para que as PECs não sejam votadas”, disse o deputado Major Fábio (DEM-PB).
Para o deputado Paes de Lira (PTC-SP), a tentativa de suspender a votação das PECs tem “o propósito único e exclusivo de demolir, torpedear e inviabilizar a PEC 300, que foi aprovada em primeiro turno com 393 votos, contra apenas duas abstenções”. “Isso é inaceitável, é antijurídico, antirregimental e até inconstitucional. E vamos utilizar todos os recursos para forçar a votação da proposta em segundo turno”, disse Paes de Lira, que é coronel da Polícia Militar.
Conveniências
Para o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), a paralisação das PECs significa literalmente o fechamento do Congresso. “Quando se verifica que o resultado não é satisfatório para alguns, aí para a votação? Isso não é democracia. Isso é um acordo de grupos de poder. É uma estranha cabeça política que se organizou no Brasil. Quando não é satisfatório o resultado, se interrompe a votação. Que democracia é essa?”, questionou o parlamentar fluminense.
Segundo Miro, os parlamentares favoráveis à matéria vão obstruir as votações caso a proposta do governo seja aprovada. “Isso é de uma gravidade ímpar. A Constituição determina como funciona o Parlamento. Ninguém pode dizer que essa matéria não pode ser votada e aquela pode. Eu estou pasmo.”
O pedetista ressalta que não há sustentação no argumento de que a pressão de policiais e bombeiros pela votação da matéria estaria incomodando os parlamentares. “O povo é bem-vindo e tem que vim fazer pressão sim. E se essa pressão contrariar os meus princípios, eu voto contrário. Isso aqui não pode virar uma Casa de conveniências.”
http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&cod_publicacao=32121
O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), afirma que a pressão em torno da votação das PECs no Congresso “está fora de controle”. O peemedebista diz que é favorável a suspender a votação de propostas de emenda à Constituição e que é necessário “encontrar uma forma de controle efetivo”.
* Colaborou Fábio Góis.
Leia também:
segunda-feira, 8 de março de 2010
Valdemiro Santiago afirma: Deus quer 30% do teu salário!
Valdemiro Santiago afirma: Deus quer 30% do teu salário!
É curioso que Deus tenha resolvido fazer tal pedido justamente no mês em que os trabalhadores ganham o 13º salário.
Valdemiro explica: “Se Ele lhe der R$ 1.000, você vai ter de devolver R$ 300. Se Ele lhe der R$ 10.000, você vai ter de dar R$ 3 mil.”
A representante do Deus, para receber a “devolução”, é a IMPD, claro.
Para o autoproclamado apóstolo, é justo que os fiéis façam uma doação dessa monta “uma vez na vida”.
Ele assegura que, em troca dos 30%, os fiéis terão realizado “o projeto de sua vida”. Porque é Deus que “faz o povo prosperar e ficar rico”.
Afirma que, com o dinheiro, ele vai ganhar mais almas. “Esse é o meu projeto.”
Valdemiro tem pressa: “Mande a carta [com dinheiro] até o dia 15 de dezembro. Comece a mandá-la já. […] Quero receber um milhão de cartas.”
Entre os milagrentos de plantão, Valdemiro é o maior de todos. Ele diz curar câncer, aids, paralesia, cegueira, depressão, etc. Já fez uns dois ou três ressuscitamentos. Jesus, perto dele, não passa de um aprendiz de milagres.
Com tanto poder, Valdemiro, a exemplo do que Jesus fez com pães e peixes, poderia multiplicar a grana, deixando, assim, de espoliar quem já pouco tem.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
BÍBLIA DAKE – ERROS DOUTRINÁRIOS
BÍBLIA DAKE – ERROS DOUTRINÁRIOS
BÍBLIA DAKE – ERROS DOUTRINÁRIOS
Na página 3, comentário sobre Gn 1.28c, está escrito: “Isso mostra a existência de um sistema social antes de Adão”.
No blog Fronteira Final, pastor Antônio Mesquita assim se expressou sobre isso: “... questões não aceitas pela doutrina cristã, como o comentário de Gênesis 1.28c, que a mim não passa de especulação, dando conta da existência de uma sociedade pré-adâmica...”. De fato, não existem textos bíblicos claros que evidenciem essa especulação. O próprio G. H. Pember, que argumentou bastante sobre essa interpretação em As Eras Mais Primitivas da Terra, escreveu: “Consideremos, então, as poucas referências que a Bíblia parece oferecer relacionadas a este grande mistério. Contudo, devemos pisar de leve... pois não temos certeza do seu fundamento1”. Então, está claro que essa abordagem é antipentecostal.
Veja o que está dito na página 72, a respeito da Trindade: “Todas as três pessoas têm o próprio corpo, alma e espírito e formam a Trindade divina”.
Esse equívoco doutrinário ficou famoso com Benny Hinn, que sugeriu o desmembramento das três pessoas, afirmando: “há nove deles”. Mas leia em contrapartida o que disse Hank Hanegraaff: “A assertiva de que cada membro da Trindade tem seu próprio e distinto corpo espiritual subentende que existam três seres separados e distintos – em outras palavras, três deuses. Essa visão antibíblica (o triteísmo) corre contrário a tudo quanto as Escrituras ensinam – que há um só Deus, revelado em três pessoas2”.
Dake dá 18 definições de fé, a maioria baseada em Hebreus 11. A terceira definição que ele dá é: “Poder criativo das obras divinas”, baseado em Hb 11.3. (Página 1969).
Porém, o texto de Hebreus diz outra coisa: “Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.”. A tentativa de Dake é induzir o leitor a pensar que Deus criou o mundo por Sua fé (para sustentar o ensino errôneo da fé do tipo de Deus), entretanto, o que o texto está dizendo é que nós entendemos pela fé, que Deus criou os mundos pela sua palavra.
A prova de que Dake está tentando induzir esse pensamento acima, é que está escrito claramente isto napágina 1613. Ao explicar Mc 11.22, ele diz: “Literalmente: ‘Tenha a fé de Deus’... o homem foi criado com a fé de Deus...”.
Deus não precisa de fé. A Bíblia diz que Jesus é “o autor e consumador da fé” (Hb 12.2), assim, ele é o objeto da fé e não um sujeito que precisa ter fé.
Agora vamos para a página 1732 da Bíblia Dake. Comentário de Jo 15.7. “... Um verdadeiro cristão pode conseguir o que quiser, assim como o que precisar. Uma oração dizendo: “se for da tua vontade”, envolvendo qualquer coisa que Deus já prometeu, e portanto já claramente mostrada que é da vontade dele, sendo pedida com fé, sem duvidar, é realmente uma oração de incredulidade”.
Eu já li isso em outros lugares. Nos escritos de Kenneth Hagin e R. R. Soares, por exemplo. Mas não podemos nos deixar envolver por mais esse ardil. ‘Se for da tua vontade’ não é incredulidade, mas reconhecimento da soberania de Deus. Jesus ensinou no Pai Nosso a frase “seja feita a tua vontade” (Mt 6.10) e deu-nos o exemplo quando orou ao Pai no Getsêmani “faça-se a tua vontade” (Mt 26.42). E mais, nós não podemos conseguir o que quisermos como diz Dake, nós temos é que orar pedindo a Deus a realização da vontade d’Ele em nossa vida.
Vamos pra mais algumas páginas. 1717, com comentário de Jo 14.13: “O propósito da procuração entregue aos crentes”. 1721, com comentário de Jo 16.23: “Isso repete a doutrina da procuração em favor dos crentes, e ensina a representação nas questões divinas”. “O uso livre, ilimitado e absoluto de seu nome é o depósito na conta da igreja. Os cheques serão descontados na medida em que forem assinados por uma mão firme e segura”. Comentário de Jo 14.24: “... não hesite em pedir quaisquer bênçãos físicas, materiais ou espirituais – qualquer necessidade de seu corpo, alma e espírito, pois Ele não lhes negará nenhuma benção”.
Não é o uso livre e ilimitado do nome de Jesus que nos garante resposta das orações. Isso se parece com exigir de Deus, e não pedir (outro ensino errado da Confissão Positiva).
Agora imagine Deus atendendo todas as nossas orações! É óbvio que Ele não atenderá uma oração egoísta, uma oração que não esteja de acordo com Sua vontade (I Jo 5.14). E ainda, os propósitos de Deus em nossa vida é que valem (Rm 8.28) mesmo quando não entendemos na hora (Jo 13.7).
NOTA 1: Embora esses comentários sejam contrários a doutrina ortodoxa da Assembléia de Deus, a Bíblia Dake tem muitas qualidades no que concerne a ferramentas de estudo para os ministros, professores e estudiosos da Bíblia Sagrada.
NOTA 2: Não é o lançamento desta Bíblia pela CPAD que vai tirar meu respeito e confiança pela editora. É preciso mais.
NOTA 3: A Bíblia Dake deve ser estudada e analisada à luz de I Ts 5.21: “Examinai tudo. Retende o bem”.
Referências:
1. Pember, G. H. As Eras Mais Primitivas da Terra. Tomo 1. São Paulo: CCC Edições, 2002. Página 62.
2. Hanegraaff, Hank. Cristianismo em Crise. Rio de Janeiro: CPAD, 2004. Página 135.
7 milhões por mês
TERÇA-FEIRA, 9 DE FEVEREIRO DE 2010
13Missionário RR Soares oferece 7 milhões por mês para continuar no horário nobre da Band
Fontes do mercado garantem que RR chegou a falar em R$ 7 milhões mensais para se manter na faixa das 21 horas, a que ocupa atualmente. No contrato atual, o Show da Fé paga à Band cerca de R$ 4 milhões pelo horário.
De acordo com o Jimenez, a Band pretendia ocupar esse horário com um pacotão de séries que comprou da Fox e da HBO e transferir o Show da Fé para suas madrugadas. Porém, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, também está de olho no horário nobre.
Procurada pelo Adnews, a Band não quis se pronunciar sobre o assunto.
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Fonte: Adnews
Comentário de Alexandre Milhoranza:
Enquanto uns tratam a fé como um show, um nome bonito ou a empacotam para parecer mais agradável aos olhos, outros cristãos ao redor do mundo, não tão abençoados como os cristãos brasileiros, passam fome.
Com a desculpa esfarrapada de estar "espalhando o evangelho" gasta-se 84 milhões de reais ao ano para tornar a fé um show, um espetáculo.
Me lembro quando o show da fé, lá no início da Igreja, era no coliseu romano. Os cristãos, em verdadeira atitude de fé, por não negarem a Jesus, eram jogados às feras, aos leões. Era um verdadeiro show para os olhos da sociedade romana, ávida por sangue, ver aqueles loucos fanáticos morrerem por um suposto messias crucificado.
Mesmo sem gastarem 84 milhões de reais ao ano, conseguiram em 30 anos de cristianismo saltarem de 3,5% para 10,5% da população romana.
Mas deixando de lado a história, e lembrando dos outros 50% do mundo cristão, que não tem as "poderosas bençãos" da igreja ocidental, mas precisa do nosso apoio financeiro e espiritual, como ficam?
Claro, podemos pensar que eles não tem a mesma fé que nós, do ocidente. Afinal aqui somos ricos, não temos perseguição, temos abundância, estamos em mais um ano profético, não é mesmo? Aqui a nossa fé é um show, e merece ser televisionada.
Fico pensando nesses 84 milhões de reais distribuidos de forma justa entre o povo de Deus, sabe aquela historinha de Atos de ter tudo em comum? Onde ninguém estava necessitado pois havia divisão igualitária?
Pois é! Para quê serve a Bíblia, quando a nossa é fé um show que pode ser vendido por 84 milhões de reais ao ano?



